A menina.
Ela com sua maquiagem borrada e roupas de ontem, sai do bar correndo indo em direção à praia. Seus conhecidos à perguntaram o porque do desespero. Ela não olha pra trás e grita que o sol tá nascendo. Nasce o sol, à ilumina. Sua luz amarela tira a palidez de trocas de noites por dias. Com leves movimentos não planejados ela se espreguiça, coça o olho, fala bom dia aos velhos fazendo caminhadas anti-cardíaca e sorri. Simplesmente sorri! Uma risada ressacada com leves doses de vodka, ainda, mas leve. Naquele momento a menina achou a sua luz, agora basta ela sempre correr em direção dela.

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