Avril sem vergonhas.
Como uma fã saudosista fui ao show da Avril. Toda experiência de estar lá como uma fã tiazona, que ao lado só haviam crianças e pré-adolescentes, com a melhor amiga de 7 anos bem cuidados e ouvidos por Avril, afinal, se não fosse por ela não estaríamos juntas tanto tempo.
Ela estava lá com seu rosto de mármore e suas atitudes totalmente pensadas, como uma marionete para entreter aquele tanto de gente que havia no via park só para vê-la. Sim, simplesmente ela atuou, não como uma arista de chico buarque, mas sim como uma pequena miss que sabe cada angulo que a favorece e cada momento que pode-se fazer uma carinha bonitinha.
A voz é outra, tem horas que a concentração dela chega a um cantor de ópera só para chegar aos tons alcançados devido a mixagem do cd. Falando parecia uma patricinha de los angels, realmente.
Foi um show, por mais que comercial, inesquecível. A playlist fazia jus ao 9 anos de carreira, não foi só o cd novo que tocou, mas como grandes sucessos, chegou a apelação de complicated, mas isso faz parte, ela terminar com essa música é como se ela tivesse fechando um ciclo da minha vida. O bis com Hot foi lindo, começou a introdução de Losing Grip eu quase infartei, mas era só o instrumental. Teve direito a erro na música Nobody's home só quem era fã notou. E o que surpreendeu mesmo foi Smile, a música é fofa, trás de volta todo aquele sentimento de revoltada de shopping center que eu sempre tive. Avril está de volta, não só como no Brasil, mas de volta a minha história. "... And that's why i smile..."

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